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    SALVARO, DÓIA E CORAL PODEM SER OS PRÓXIMOS

    A discussão correu solta hoje nas redes sociais sobre as acusações levantadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas de Criciúma (Gaeco), onde atuaram o Ministério Público, Polícia Civil e Militar, que apontam corrupção dentro da Prefeitura de Criciúma.

    Evidentemente que dividiu-se em três correntes: quem tem na fala do promotor público Maurício de Oliveira Medina a verdade; os que defendem o prefeito e até comemoram pelo fato de não verem-no citado; e, os politicamente corretos, sob o manto de não ter transitado em julgado e, portanto, não há condenação.

    Para relembrar o processo que Medina encaminhará à Justiça, a partir da CPI do Esgoto, acusa o seu fiel escudeiro do prefeito Salvaro, Luiz Joventino Selva, diretor de Logística e presidente da Comissão de Licitação, o secretário à época de Infra-Estrutura e Mobilidade Urbana, Abrahão Artur de Souza, dois funcionáros em Cargo de Comissão, Woimir Wasniewski Júnior e Nilton João Spillere, e o empresário Hudson Ricardo Colonetti, proprietário da Artevila. A investigação chegou a um milhão e duzentos mil reais em desvios. Sendo que o promotor tem certeza de ser maior o desvio, mas ateve-se aos documentos, já que está certo que houve compra irregular de materiais que não foram documentados.

    Os que atestam a condenação a partir das acusações do MP se valem do volume de acusações baseadas em documentos (são 10 mil páginas). Tais documentos mostram que das medições corretas dos fiscais para o que foi apresentado há enorme diferença, coisa conferida in loco pela Força Tarefa do MP. Além de uma série de falsificações. Nesse grupo estou. Para mim o julgamento determinará não a culpabilidade, tampouco inocência, mas o tamanho da culpa de cada um, o grau de envolvimento. Além disso, segundo pronunciamento do vereador Douglas Mattos (PCdoB), que presidiu a CPI na Câmara de Vereadores, é preciso arrolar Verceli Coral, que assinou documentos junto com Abrahão de Souza e do próprio Clésio Salvaro, pois há diversos testemunhos que dão conta de suas muitas visitas às obras de repavimentação. Mattos, assim que tomar ciência de todo o inquérito, pedirá um aditivo para que, pelo menos, esses dois sejam indiciados.

    Como os arranjos também apontam uma forte ligação de tudo isso com o deputado estadual Dóia Guglielmi (PSDB), esse também deverá ser adicionado ao processo.

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