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    A palavra de Carlos Ayres Britto

    Muito bem lembrado pelo ministro e responsável pela presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo da ação penal 470, Carlos Ayres Britto, há muito mais que o Mensalão na história recente do poder judiciário.

    "Eu digo que os fatos é que são novos, o imbricamento é que novo, o gigantismo da causa é que é novo, é inédito. O Supremo Tribunal Federal está produzindo decisões afeiçoadas ao ineditismo da causa. No campo científico, liberamos o uso das células tronco embrionárias. No dos costumes, decidimos em prol da homoafetividade, da interrupção da gravidez de feto anencéfalo, no ético cortamos na própria carne proibindo o nepotismo no Judiciário. No campo político, afirmamos a Lei da Ficha Limpa. Isso é um crescendo, o Supremo vem tomando decisões que infletem sobre a cultura do povo brasileiro. E agora chegou o campo penal." (declarações dadas à Folha de S. Paulo.)

    Durante décadas o Supremo passou ao longe da memória da população. Sequer era mencionado nas conversas, senão as muito específicas dos advogados e estudantes de Direito. As transmissões ao vivo das sessões nos canais de TV por assinatura e internet foram extremamente úteis nesse processo de aproximação. Contudo, haja vista o baixo conhecimento que predomina na população e seu recorrente desinteresse sobre assuntos que fogem ao seu dia-a-dia e o vernáculo utilizados nas discussões entre os ministros é de se supor que passaremos outras tantas décadas até que esta casa de Justiça seja mais comum e compreendida.

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