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    SALVARO E JESUS

    Mais uma condenação inequívoca de Clésio Salvaro esta semana que você confere AQUI. Se, pelo menos, tudo isso servisse de lição para que o eleitor se aprimorasse... Mas não vejo que tal aconteça. Contudo, partindo desse exemplo sou forçado a fazer uma relação com algo ainda mais forte: Jesus. Se diante do mar de informações que temos acesso, diante da exposição recorrente de acusações e decisões judiciais, este político teve cerca de 75% do eleitorado dando-lhe apoio através do voto, o que se pode dizer de uma época em que tudo era muitíssimo mais difícil?

    Retroaja, imagine-se num mundo como o de 2 mil anos atrás. Leve em consideração que os textos mais antigos sobre Jesus datam de quase dois séculos depois de ele ter supostamente vivido. Também imagine que há interesses atrás, na frente, por baixo e por cima, à volta também, de tudo que envolva a condução de uma sociedade. Considere que esse Jesus tenha vivido sob o domínio de um império e contra ele nada tenha dito e, pelo contrário, quando cita César é para apoiá-lo na cobrança de votos. Mais além ele é morto por quem é contra esse império... Ora, não te parece óbvio?

    Diriam alguns que esse mesmo império tenha perseguido seus seguidores. Das CENTENAS de imperadores romanos apenas Nero e Domiciano perseguiram cristãos. Os demais não trouxeram nenhum desconforto à essa fé. Além disso, foi este império que deu todas as condições para que o cristianismo se fortalecesse e se tornar religião oficial.

    Mas enfim, estou apontando para um mar de possibilidades de uma construção mitológica, da formação de um meio de controle e subserviência do povo através de uma religião. Ora, nada é pleno de êxito neste sentido e as variáveis são tais que torna o controle absoluto impossível. Entretanto, as evidências são tais e tão fortes que levanto, sem pestanejar, a possibilidade de Jesus, em tendo existido, não passar de um qualquer à serviço da política, mesmo que ele nem tenha cogitado tal uso.

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