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    O ÍNDICE DA FELICIDADE

    Em 2011 surgiu um papo de Índice da Felicidade. Além do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), acesso à educação, índices disso e daquilo, esse parecia ser o da vez. Ora, o que poderia ser mais subjetivo que felicidade? Pior, a referência, o país modelo ou o país cuja população seria a mais feliz do mundo, era o Butão. Você sabe onde fica e como é a vida de quem vive no Butão? Talvez nem um Congo seja tão desconhecido como um Butão.

    O que levaria os butaneses serem os mais felizes do mundo. Primeiro é preciso conhecer um pouco das condições em que vivem as pessoas nesse trecho de terra dependurado na cordilheira do Himalia, onde avião (pequeno) só tem pouco mais de cinco horas para estacionar dadas as condições climáticas. Sim, o país é tão acima do nível do mar que avião não pousa, estaciona. Estão tão isolados que nenhum outro povo ousou conquista-los. Passaram longe de guerras e dos avanços do mundo moderno. Vivem sem carros e de uma alimentação bem básica, colhida em poucos meses do ano.

    Enfim, é um país que não nos serve de referência e podem ser o tão felizes quanto quiserem ou puderem. Nenhum daqueles cidadãos será feliz fora daquele contexto. E justamente é seu isolamento que lhes garante um estilo de vida que perdura em tradições. Um mundo minúsculo que só a eles serve.

    Mas e o tal Índice da Felicidade? Ora, como modismos aqui e acolá foi esquecido. E assim permanecerá até que um ''sem assunto'' o resgate como algo a ser validado.

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