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    O DIFERENTÃO - Porque eu acredito nas urnas eletrônicas!

    Ao que parece só eu, os ministros do TSE e os desembargadores do TRE acreditam nas urnas eletrônicas. Ou melhor, para mim não há manipulação. Pelo menos em 22 anos do voto digital no Brasil não há um único caso que aponte tal possibilidade. Além disso, cai por terra um dos principais argumentos dos descrentes: só tem no Brasil. Os EUA usam em vários estados e a Índia desde 1987. Pra citar dois exemplos.
    Como meu principal e suficiente argumento digo que o PT deveria ter aumentado seus representantes nos legislativos. Ora, seria a forma mais discreta e imperceptível de manter poder. Ora, este partido, bem como mais deputados aliados, poderiam fazer as mesas diretoras dos legislativos Brasil afora. Para mostrar a verdade dos fatos resolvi dar alguns números.
    Em São Paulo, na eleição de 2010, foram eleitos 24 petistas, dentre 70 da Assembléia Legislativa. Em 2014 apenas 14. Uma redução de 42%.
    No Paraná a redução foi de metade. De seis para três deputados nas últimas duas eleições.

    No Rio Grande do Sul, um dos estados mais petistas da Nação, a redução foi de 14 para 11.

    Em Santa Catarina peguei os números das últimas cinco eleições. No ano da primeira eleição de Lula havia apenas um deputado do PT na Alesc. O efeito Lula fez dar um salto para nove deputados. Nas eleições seguintes tivemos SEIS (2007-2010), SETE (2011-2014) e na atual legislatura há CINCO petistas.

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    Da primeira eleição de Lula para cá o PT foi reduzido quase pela metade em SC
    Para mim não resta a menor dúvida de que, caso houvesse manipulação, o Partido dos Trabalhadores, elegendo presidentes da República por quatro vezes seguidas, teria suas bancadas aumentadas nos Estados. E o que vemos foi redução nos quatro Estados mencionados aqui, com destaque para São Paulo, berço do partido.

    Na Câmara dos Deputados não foi diferente. Em 2002 o PT tinha 57 deputados federais. Com a primeira eleição de Lula deu um salto para 91. Na eleição de 2010 fez 88 e em 2014 elegeu 70. Já no Senado o PT tinha nove senadores em 2002. Com a eleição daquele ano pulou para 15, atingindo 17 em 2010. Contudo, perdeu assentos e voltou aos nove anteriores a Lula.

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