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    HOMENS, DENUNCIEM!!!

    Não é possível que a violência contra homens dentro de seu próprio lar permaneça um traço diante de tudo que é estudado sobre "Violência Doméstica". O pouco que se sabe vem de estatísticas que mostram que os homens assassinados dentro de casa chegam a QUATRO VEZES o de mulheres. As mulheres conseguem ser mais violentas e ferozes que homens no ambiente familiar, mas a maior visibilidade é dada à agressão por parte de homens, igualmente condenável. E, para piorar, homens têm dificuldades de assumir que são vítimas porque é vergonhoso apanhar de mulher.
    Notei, com extrema facilidade, que vídeos de homens apanhando de mulheres em plena rua, são motivo de chacota. Não vi um, dentre dezenas assistidos, que tivesse o tom de denúncia. Sempre uma piada! Essa é a forma que mesmo homens lidam com isso. Parece que se desconectam da realidade e a transformam, como um apelo ao alívio. Paralelamente, como é tratado o mesmo fato se a vítima é mulher? Ora, isso não irá mudar se os homens se calarem. Denunciem!
     
    A ideia de homem intocável, firme e forte impede que a ajuda seja procurada
    O advogado curitibano Eduardo Camargo tem relatado agressões contra homens em sua rede social, como neste caso postado nessa segunda-feira, 15:
    (Há) aproximadamente 3 meses fui procurado pela família de um rapaz que estava sofrendo ameaças de sua esposa (Jakeline S.), para caso pedisse o divórcio, seria acusado de violência doméstica. Foram 2 meses de trabalho minucioso, reunindo provas, conversas no WhatsApp, gravações, filmagens e testemunhas para poder livrar o rapaz da falsa denúncia. Registramos Boletim de Ocorrência de ameaça e alertamos o Delegacia da Mulher, onde nos foi negado qualquer forma de registro do alerta de falsa denúncia. Na metade do mês de março meu cliente enfim sentiu-se seguro, deixou o imóvel que adquiriu sozinho antes da constância do seu casamento e pediu o divórcio. Ao final de março meu cliente recebeu um oficial de justiça na recepção do seu trabalho, se identificando como mensageiro da Delegacia da Mulher para intima-lo, que não poderia se aproximar a 300 metros da sua ex esposa. Com as provas reunidas, consegui derrubar a medida protetiva, registramos Boletim de Ocorrência de Denunciação Caluniosa, onde somadas as penas, a ex esposa pode ser condenada a 8 anos e 6 meses de prisão.
    Sem qualquer esforço vê-se a barreira institucional para que homens tenham o apoio preventivo necessário. Além desse aspecto lamentável, homens são encarcerados apenas pela palavra de suas companheiras. Inclusive sob alegação de maus tratos aos filhos. Denunciem!

    Fenômeno mundial
    Em entrevista à BBC Mundo (26 julho 2016) a professora Nelia Tello, da Escola Nacional de Assistência Social da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM),  que estuda violência contra homens no México, relata o drama:
    Não falo de um homem que foi agredido pela esposa porque foi agredida por ele. Isso seria um caso de violência intrafamiliar. Me refiro, por outro lado, a uma relação em que a mulher usa a força, se impõe, calunia e destrói o companheiro. Isso acontece a partir de uma relação de dominação e submissão. Não estou falando de força física ─ embora haja agressões ─ estou falando de uma relação na qual a vontade da mulher se sobrepõe à vontade do homem. São homens agredidos que decidem não reagir da mesma forma.
    Começa cedo
    O site Green Me, em matéria de Fevereiro deste ano, menciona estudo feito pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves), da Fundação Oswaldo Cruz. O estudo analisou agressões no namoro. Foram entrevistados 3.200 estudantes de 104 escolas públicas e particulares, em 10 estados brasileiros. "A pesquisa revelou que 9 em cada 10 adolescentes praticam ou sofrem violência no namoro; 30% das meninas agridem fisicamente o namorado (tapa, puxar cabelo, empurrar, desferir soco e chute); 17% dos meninos agridem", o que mostra uma diferença absurda diante da pecha de que as mulheres são as grandes vítimas.

    O silêncio ensurdecedor
    Em reportagem ao Canal Ciências Criminais, a jornalista Sara Próton, em 24 de maio de 2018, começa seu texto colocando o dedo diretamente na ferida:
    Não há estatísticas oficiais de violência doméstica contra os homens no país, e os poucos estudos realizados a respeito não têm a devida visibilidade. Diversos países buscam soluções para a violência conjugal, vez que violência não tem gênero, enquanto o Brasil segrega a população até mesmo na possibilidade de denúncias de violência doméstica, não sendo permitido ao homem ter voz, obrigando-o a conviver diariamente com essa invisibilidade.
    Por que isso está acontecendo?
    Afinal de contas, o que há com este país? Porque a violência doméstica é conduzida apenas para um lado? Onde está o problema de tratar criminosos como criminosos independentemente de sexo? A única resposta possível, dada as iniciativas recorrentes de uma política conduzida ideologicamente, seria inferirmos que isso faz parte de uma estratégia.
    É inegável o esforço da Esquerda, capitaneada pelo PT, Psol, PSTU e PCdoB, de levar a uma nova sociedade baseada em suas loucuras. Para tal é preciso destruir a base familiar de nossa sociedade. Historicamente quem defende a família é o homem e retirar do homem a força é desmontar a família. Os homens buscam as mulheres em todo o tempo, e as mulheres nem sempre aos homens. Até a literatura entrou nessa concebendo sociedades só de mulheres, as tais Amazonas. Jamais veríamos uma sociedade só de homens, porque homens desejam as mulheres.
    Outro exemplo: é fácil perceber a condução ideológica com a Lei do Feminicídio, como se homens matassem mulheres por serem mulheres, coisa absolutamente absurda. Ora, se um homem odeia mulheres delas se afastaria. Assim como fazem muitas feministas ao demonizarem os homens e deles se afastando.
    É inegável a necessidade dos homens reagirem à esta política de desmonte de sua masculinidade em nome de uma pretensa luta contra o machismo. Não é o machismo, mas a masculinidade que está em jogo. E isso terá. como já tem, consequências ruins para todos, o que inclui as mulheres. Na Europa vimos a feminilização de homens como se às mulheres apoiassem (assista ao VÍDEO abaixo). Que inocência! Somente homens, os que cultuam sua natureza masculina, sua força, sua virilidade, podem dar proteção às mulheres.

    Esse resgate da testosterona é urgente!

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